Vivemos em tempo de feministas. Tempo de reinvidicação dos “Direitos da Mulher”, e isso é bom. Mas precisamos estar alertas para as estratégias do maior inimigo da mulher.

Antes de Cristo

Antes de Cristo, a mulher não tinha nenhum valor.

Temos o exemplo de Ló falando de suas filhas, quando os moradores de Sodoma e Gomorra queriam molestar sexualmente os anjos (sem saberem que eram anjos).

“Saiu-lhes, então Ló à porta, fechou-a após si e lhes disse: Rogo-vos, meus irmãos, que não façais mal; tenho duas filhas virgens; eu vo-las trarei; tratai-as como vos parecer, porém nada façais a estes homens… (Gênesis 19.6-8)

Mulheres do Afeganistão:
Durante o tempo que o grupo islâmico Taliban tomou o Afeganistão, entre 1997 e 2001, foi imposto terríveis regras de restrição às mulheres – fechando escolas e hospitais, banindo as mulheres do mercado de trabalho e exigindo que se vestissem com o “burca”, vestimenta que as cobre dos pés à cabeça, inclusive o rosto. As mulheres eram vistas como um ser inferior, que serviam apenas para os serviços escravos dentro de casa, para a satisfação sexual dos homens e para ter filhos.

Com a queda do regime Talibã as mulheres já podem trabalhar, sair sem burca, e sem um mahram (homem da família); porém a supremacia masculina permanece presente. O pai é o chefe de família e, na ausência dele, é o filho mais velho, mesmo criança. As mulheres da casa têm de obedecê-lo e é ele quem fica com a herança. As mulheres não podem ter propriedades em seu nome.

Os pais leiloam meninas e as entregam a quem der o lance mais alto – entre US$ 2 mil até US$ 15 mil. Elas são commodities trocadas em disputas tribais num ritual chamado “buth”.

Uma afegã morre a cada 27 minutos por problemas relacionados à gravidez. Em 100 mil partos, 1,6 mil mulheres não vivem para ver seus bebês, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). É a segunda maior taxa de mortalidade materna no mundo, atrás de Serra Leoa. As afegãs casam-se jovens demais, aos 14 anos, e seu corpo não está preparado para a gravidez. Se chegam ao parto, 135 em cada mil perdem o bebê – 75% delas por falta de cuidados básicos. Os partos (81%) são feitos em casa. Cada afegã tem sete gestações e perde dois filhos, em média. Muitos bebês têm anomalias porque as mães são desnutridas, se medicam e se casam com parentes. O primeiro centro para mulheres queimadas de Cabul fica no Esteklal. De 522 pacientes atendidas em 2008, 30% haviam tentado suicídio por autoimolação, outra tradição perversa. Lailoma, de 16 anos, casada há três, chegou com 60% do corpo queimado. “Elas só querem morrer. Um dia, jogam diesel no corpo e acendem um fósforo. Só consigo salvar 3%”, diz Arif. (A vida das mulheres no Afeganistão – Internet em 05/04/2010)

Após o Cristianismo

Com o cristianismo a mulher é valorizada, respeitada, honrada, então o diabo mudou sua estratégia, como não pode mais ter a mulher relegada a uma situação de sub-homem. Tenta colocá-la acima do homem. Igual ao homem. Mas essa é outra mentira do diabo. A mulher ainda que no mesmo plano de valor que o homem. Ela é diferente. Diferente físicamente, biológicamente, emocionalmente …

Qual foi o Plano de Deus para a mulher no casamento?

“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. ( Gênesis 2.18)

– Ser amiga, companheira. Alguém que completaria o homem e que o respeitaria.

Talvez vocês estejam pensando, mas falar isso nos dias de hoje!

Sim! Porque o maior bem que uma mãe pode dar a seu filho: é um lar estável! Um lar onde ele pode crescer com segurança, onde possa desenvolver sua personalidade. Onde possa desenvolver sua identidade sexual, porque tem pais que cumprem seu papel segundo os planos de Deus!

“É a mulher sábia (aquela que teme ao Senhor) que edifica a sua casa, pois a tola com suas próprias mãos a derruba. (Provérbios 14.1)

Deus manda a mulher respeitar a seu marido, mas manda ao marido amar a sua esposa, e o padrão de referência é o Seu amor à Igreja.

“Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres sejam submissas ao seu marido…. Maridos amai vossa mulher como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” (Efésios 5.21-22,25)

Os casamentos acontecem porque dois jovens se apaixonam e se casam.

Quando Jacó se levantou pela manhã do dia seguinte de seu casamento e viu que não era Raquel e sim Léa, levou um susto.

Todos os casais passam por esse susto. Um dia se levanta e vê que aquela pessoa que está ali de carne e osso em sua frente, não é o “príncipe/princesa encantado/a”, mas uma pessoa com defeitos e que comete erros.

O encanto do casamento dura até a primeira decepção, a primeira frustração. Então surgem 3 possibilidades:
1. Separam-se emocionalmente.
2. Separam-se fisicamente, se divorciam.
3. Perdoam-se e restauram o primeiro amor.

É impressionante o número de pessoas que depois de um tempo de casadas têm dúvida em quanto a seus sentimentos. Não sabem se amam a seus cônjuges!

O amor leva ao compromisso do casamento, mas será este compromisso quem sustentará o amor.

O Amor é um sentimento. Sentimento é consequência de pensamentos.

É necessário cultivar pensamentos e atitudes positivas em relação ao cônjuge para que o amor seja mantido.

A mulher que teme ao Senhor saberá pagar o preço para construir seu lar e não destruir.

Terá sabedoria do Senhor para tornar seu lar um oásis para seu esposo e para seus filhos. Essa é a missão mais importante da mulher!

Club Mindset do Relacionamento – um espaço para a construção de Mindset, Auto Estima e Relacionamento.

 

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